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Cientistas divulgam pesquisa que tenta explicar origem da fé em Deus

Estudo não faz referência a Deus de uma religião específica, mas analisa apenas comportamentos cerebrais

Nos Estados Unidos, pesquisadores da Universidade de Missouri divulgaram um estudo que tenta esclarecer a origem da fé em Deus no cérebro humano, segundo a pesquisa, que aborda especificidades da espiritualidade, várias áreas do cérebro são responsáveis pelo complexo fenômeno que leva o ser humano a crer em uma “força superior”.

“Nós encontramos uma base neuropsicológica para a espiritualidade, mas não está isolada de uma área específica do cérebro… A espiritualidade é um conceito muito mais dinâmico e que utiliza muitas partes do cérebro. Algumas regiões do cérebro desempenham um papel mais predominante, mas todas elas trabalham em conjunto para facilitar as experiências espirituais dos indivíduos”, explicou Brick Johnstone, professor de psicologia da universidade e um dos mentores do estudo.

O estudo foi desenvolvido através de experiências realizadas com pessoas que sofreram lesões cerebrais, um trauma na parte do cérebro chamada de lobo parietal direito. O resultado mostrou que a crença com nível de proximidade com uma divindade ou um ser superior trona-se mais intensa quanto maior o dano no lobo parietal. O professor Brick disse, que “Os pesquisadores têm mostrado continuamente que a deficiência no lado direito do cérebro diminui o nosso foco em nós mesmos”.

“Nossa pesquisa mostra que as pessoas com esta deficiência são mais espirituais. Isto sugere que as experiências espirituais estão associadas com a diminuição no foco em nós mesmos. Isto está de acordo com muitos textos religiosos que sugerem que as pessoas devem se preocupar mais com o bem-estar dos outros do que com o seu próprio”, explicou o professor.

Argumentando sobre a fé em Deus, Brick Johnstone disse, “Quando o cérebro se concentra menos no ser (com a diminuição da atividade do lobo direito) há, por definição, um momento de autotranscedência que pode ser entendido como uma ligação com Deus ou Nirvana. É a sensação de que você é parte de algo muito maior”.

A pesquisa não faz referência a Deus de uma religião específica, mas analisa apenas comportamentos cerebrais. Originalmente a pesquisa “Right Parietal Lobe ‘Selflessness’ as the Neuropsychological Basis of Spiritual Transcendence”  foi publicada na Revista Internacional de Psicologia da Religião.

 
Fonte: Gospel+ / CPAD NEWS

Música de Michel Teló vira trilha de procissão religiosa; veja o vídeo

A música que virou hit mundial “Ai se eu te pego”, do cantor sertanejo Michel Teló, serviu de trilha sonora para uma procisão religiosa. O fato aconteceu durante a procissão da Semana Santa em Alhama de Múrcia, na Espanha.
Enquanto a banda tocava o hit, os responsáveis em carregar o andor o balançavam ao som da canção.
Além da música de Teló, o ato religioso aconteceu ao som da música oficial da última Copa do Mundo, “Waka Waka” (This Time For Africa) da cantora colombiana Shakira.
Não é a primeira vez que a procissão utilizou músicas “diferentes”. Em 2010, a procissão teve como trilha uma música tradicional espanhola chamada “Chocolate Paquito”.
O vídeo já foi visto por mais de 1,5 milhão de internautas, principalmente, na Espanha, Itália, Portugal, México e Brasil.
Fonte: F5 / Verdade Gospel
Assista ao vídeo

Dê pausa na musica do blog na coluna direita desse blog e assista o vídeo!








Primeira escola para travestis é inaugurada e divide opiniões

Iniciativa argentina quer revolucionar a educação
Bachillerato Popular Mocha Celis é a primeira escola para travestis que se tem notícia. Ela foi inaugurada na Argentina e funciona no bairro de Chacarita, na capital. A instituição funciona em um prédio compartilhado com outros projetos sociais.


Seu nome é uma homenagem a um travesti argentino que não sabia ler nem escrever. Celis trabalhou como prostituta em Buenos Aires. Estima-se que 90% das travestis argentinas vivam de fazer programas. Quando era presa, sempre precisava de ajuda para entender o que lhe davam para assinar. Ele foi assassinado, mas a polícia nunca apontou os culpados. Na Argentina, a estimativa de vida dos travestis é de 35 anos.


A escola segue a proposta de educação do pedagogo brasileiro Paulo Freire. São lecionadas literatura, cooperativismo, matemática, noções digitais, memória e reconhecimento trans, entre outras matérias. O curso tem duração total de três anos.


A ideia de fundar a escola surgiu em 2011. As primeiras aulas começaram apenas no mês passado e está com inscrições abertas até 20 de abril para quem completou o ensino fundamental. Hoje são 25 alunos e alunas, mas nem todos são travestis ou transexuais. A escola aceita qualquer aluno.


Os fundadores da escola dizem que pretendem mudar a forma convencional de educar. As aulas são dadas em mesas redondas, para que os professores estejam em posição de igualdade aos alunos. Sua intenção é “ir além dos livros didáticos” que normalmente ensinam que meninos usam azul e meninas, rosa. Usa-se “as” transexuais para as garotas que nasceram garotos mas se vêem como mulheres e “os” transexuais para a situação contrária. Todos são chamados pelos nomes que escolheram ter.


“A maior parte da população travesti deixa a escola por causa do preconceito”, diz Francisco Quiñones, um dos criadores e hoje coordenador da escola. “Nós queremos lhes dar a possibilidade de se formar e ter uma opção de vida que não seja a prostituição. Na escola regular, as transexuais se sentem violentadas desde a chamada de classe, quando geralmente se usa o nome de nascença. O mesmo para o caso de garotos”, explica.


A iniciativa não agradou a Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). Reis acredita que travestis e transexuais não deveriam freqüentar escolas especiais, pois “serão criados em uma bolha”, e não vão estar preparados para se reintegrar à sociedade.


“Nós compartilhamos o problema, mas preferimos trabalhar de outra maneira. Em um estudo recente da Unesco, contatou-se que 40% dos estudantes masculinos da educação básica não gostariam de estudar na mesma sala que um estudante gay e 60% dos profissionais de educação não sabem como lidar com essa questão na sala da aula”, defende o presidente da ABGLT.


Hoje, 20 estados brasileiros já aceitam que o “nome social” de travestis e transexuais seja usado no lugar do nome na certidão de nascimento.

Com informações Yahoo e Jezebel Brasil


Inglaterra proíbe distribuição de literatura anti-islâmica

Igreja Reformada de Norwich é acusada de incitar ódio ao Islã

A Igreja Reformada de Norwich, na Inglaterra, foi proibida de distribuir sua literatura como fazia semanalmente há anos no parque Hay Hill. O motivo alegado é a denúncia que o material estava produzindo “ódio” contra o Islã.

A cidade de Norwich deixava a igreja usar o parque e nunca tiveram problemas, mas após a reclamação de cidadãos islâmicos ao Conselho da Cidade, espécie de câmera dos vereadores, seus privilégios foram revogados.

O pastor Alan Clifford disse que a igreja vai recorrer, na esperança que “o conselho recupere os sentidos e veja como estão violando nossa liberdade de expressão”. Clifford é o autor do folheto que gerou a discórdia. “Por que dizer não ao Islã” foi redigido por ele cerca de 10 anos atrás e sua igreja vem distribuindo cópias dele em Hay Hill desde 2008.

Clifford disse: “Nossa primeira reação foi de surpresa. Sentimos que esta é uma violação da liberdade de expressão e fui acusado de motivar o ódio na produção deste folheto. É uma intolerância da prefeitura agir dessa maneira… já tínhamos recebido a polícia de Norfolk que inspecionou o documento e disse que não há crime… Deus nos deu um cérebro para pensar. Não devemos seguir qualquer religião cegamente”.

Masoud Gadir, capelão muçulmano da Universidade de East Anglia e presidente da Associação Muçulmana de Norwich e Norfolk, disse: “Quando você olhar para o folheto verá que traz o ódio e falsas acusações sobre como é o Islã”.

A igreja recebeu a notificação do Conselho dia 5 de abril e está proibida de fazer qualquer trabalho nas proximidades de Hay Hill. A igreja tem usado o centro comunitário do local para fazer cultos desde 1994.

Um porta-voz do Conselho da Cidade disse: “Nós recebemos uma denúncia de um cidadão sobre o material publicado pela Igreja Reformada de Norwich, que utiliza instalações pertencentes ao município. E consideramos que incitava o ódio, por isso a proibição”.

O porta-voz acrescentou que a polícia informou que não havia crime, mesmo assim o Conselho tinha um “dever de promover as boas relações entre as pessoas de todas as origens e religiões”.


Cartaz de Parada Gay traz foto de catedral e irrita Igreja no PR

LUIZ CARLOS DA CRUZ
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE CASCAVEL


Um cartaz de divulgação da Parada Gay de Maringá (436 km de Curitiba) provocou indignação na Igreja Católica por estampar a foto da Basílica Nossa Senhora da Glória refletindo a explosão de um facho de luz com as cores do arco-íris. A Igreja quer a retirada do cartaz das redes sociais e de sites que defendem a causa gay.


O editor do site "Maringay", Luiz Modesto, 31, disse que o cartaz é extraoficial e foi desenvolvido pela artista plástica Elisa Riemer, inspirado na capa do álbum "The Dark Side of the Moon", da banda britânica Pink Floyd.



Cartaz extraoficial usado na divulgação da Parada Gay 
de Maringá (PR); Igreja não gostou da exposição

"Foi um cartaz simpático, com o símbolo de Maringá. Em qualquer lugar usa-se o símbolo da cidade para vender o peixe", afirma.

Ele diz que outras leituras podem ser feitas, como o facho de luz que aponta de baixo para cima e depois explode no alto, representando a diversidade de Maringá.
O arcebispo dom Anuar Battisti disse à Folha que a catedral não é apenas um símbolo de Maringá, mas também da fé da maioria dos moradores da cidade. "Respeitamos a diversidade, mesmo às vezes não concordando com o modelo de comportamento", afirma o religioso.

Luiz Modesto, que diz ter recebido um convite para tomar café com o arcebispo nesta terça-feira (17), afirma que a Igreja terá que apresentar bons argumentos para a retirada do cartaz. "Se ele me convencer que eu ofendi a Igreja, eu retiro", afirma.

Em nota, a Arquidiocese de Maringá disse que "a Igreja Católica não tem a pretensão de domesticar a sociedade, impondo-lhe seus princípios e valores", mas que o cartaz "confrontou opinião religiosa da parcela maior da comunidade maringaense".

A Parada Gay de Maringá está marcada para o dia 20 de maio.

Fonte: Folha.com

Julio Severo entrevista Marisa Lobo, psicóloga cristã ameaçada pelo CFP

Perseguida pelo Conselho Federal de Psicologia, Marisa Lobo dá suas razões para defender sua fé em meio a hostilidades profissionais, legais e sociais.
Marisa Lobo é psicóloga clínica, formada em 1996, pela Universidade Tuiuti do Paraná. Pós-graduada em saúde mental, com curso de extensão em sexualidade humana, dependência química, cursos de entrevista motivacional, psicossomática, psicodiagnóstico, psicoterapia breve, arte terapia, bibliodrama, aconselhamento pastoral e teologia.
Marisa Lobo
Ela estagiou, a convite do governo dos Estados Unidos, no Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque, na Divisão Internacional de Atenção Primária à Saúde. Ministra cursos e palestras e possui experiência de mais de 13 anos em clinica e dependência química.
Ela realizou estudos sobre depressão infantil, violência e abuso sexual na infância, depressão, síndrome da adolescência e todos os tipos de compulsão, vícios e suas consequências.
Ela é idealizadora e coordena o curso de Dependência Química: Tratamento, diagnóstico e prevenção — Restituição sem internação.
Livros já publicados:
COMO FAZER DE SEU FILHO UMA CRIANÇA FELIZ, pela editora Arte Editorial, com prefácio do Dr. Silmar Coelho.
POR QUE AS PESSOAS MENTEM, pela editora Arte Editorial, Prefácio do Pr. Jabes de Alencar.
PSICOPATAS DA FÉ pela Editora Fôlego, com prefácio do Senador Magno Malta.
Julio Severo: Por que o Conselho Federal de Psicologia está ameaçando você?
Marisa Lobo: Por me expor na internet como psicóloga cristã, por defender minha fé e principalmente por questionar o kit gay, que para mim não é uma forma de prevenção ao preconceito e sim incentivo às práticas homossexuais. O kit gay é muito expositivo, e pelo que entendo de políticas públicas, não se justifica sua aplicabilidade de forma tão pessoal. O kit gay é dar privilégios e instituir um preconceito ainda maior. Com crianças as coisas devem acontecer ao seu tempo, de forma natural e globalizada. Devemos sim ter kits que falem de preconceito como um todo, do bullying que sofrem os gordinhos, os nerds, os baixinhos, os evangélicos, os homossexuais, os feios, os negros, os cegos, etc. Enfim, se dermos atenção privilegiada apenas a uma categoria, estamos discriminando as outras. Isso não é acabar com preconceito; é apenas uma tática maquiavélica de privilegiar e instituir uma ditadura e uma raça superior, e eu primo pela igualdade.
JS: Se uma pessoa envolvida em homossexualidade lhe pede ajuda para sair desse estilo de vida, o que você faz?
Marisa: Atendo. Meu juramento meu código de ética me diz que tenho que atender, dar ouvidos ao sofrimento psíquico, e se o fato de ser homossexual está causando qualquer tipo de  sofrimento, atendo sim, é minha obrigação, ainda que seja, para reverter sua orientação, condição e ou opção, se assim for de sua vontade absoluta. Nem poderia negar. Estaria ferindo o código de ética, não é mesmo? Mas é evidente que como psicóloga devo respeitar a resolução 01/999. A Organização Mundial de Saúde diz que homossexualidade não é doença, porém ao mesmo tempo não entendo por que tanta pressão da militância gay que tem medo de psicólogos que não negam auxílio. Os militantes gays pervertem e ficam vigiando nossos passos. O que acontece no setting terapêutico deve ser comandado pelo paciente. Acontece que a neurose é tanta que os psicólogos têm medo e são induzidos a deixar claro para o paciente que não é doença, independente de ser ou não. Mas se ele está indo ao consultório é porque está sofrendo. E se, repito, for da vontade dele, tenho que ser um canal, sem impor, como nunca fiz isso. O que falam de mim é mentira e mais uma estratégia de condenação de pessoas que são cristãs.
JS: As ameaças do CFP impedem você de ajudar homossexuais?
Marisa: A decisão da pessoa deve ser respeitada sempre. Devemos ter em mente que a demanda é do paciente sempre. Respeitarmos a sua vontade sem pressão. A reversão pode sim acontecer em muitos casos.  Acontece que o terrorismo do CFP não deixa que os homossexuais acreditem nisso. O CFP vem com aquela conversa de que se a pessoa deseja mudança, é por causa da imposição religiosa, e, como eles não creem de Deus — pois Deus para muitos lá é mito — então sempre vão tratar este assunto com preconceito religioso.  Eu já deixo o meu paciente decidir, se é o que deseja, vamos lá, e no decorrer, ele vai se achando, e até mesmo se assegurando se é isso mesmo o que deseja.
JS: Por que o CFP, que não impede psicólogos espíritas de aplicar técnicas espíritas em suas consultas, estão tão intrometidos no você faz como cristã que se importa com seus clientes?
Marisa: Por quê? Olha, não sei. Agora, é impossível até hoje eles não saberem que existe uma associação brasileira de psicólogos espiritas, ou psicologia budista, ou judaica, ou esotérica, ou parapsicologia, etc. Existe um número grande. É só acessar o Google e comprovar. O Conselho Federal de Psicologia é a autarquia mais persecutória, mais antiética da história. Eles não têm moral para me perseguir. Eles são militantes de ideologias, políticas, de orientação sexual, de ateísmo, e destilam seu ódio e preconceito contra os cristãos, principalmente os evangélicos. Mas a resposta está clara: o Cristianismo fala abertamente sobre homossexualidade. Então, eles querem nos destruir por sermos cristãos. Eles combatem a Bíblia punindo quem a segue, por preconceito religioso. É preciso dar um fim na militância do CFP, que deveria ser investigado pelo ministério publico, pois comete vários crimes, fere suas diretrizes, é hipócrita, antiético, persegue claramente quem se opõe. Por isso, tenho sido perseguida. A guerra é porque questiono esse conselho e sua diretoria hoje.
JS: Se o CFP cassar seu registro, o que você fará?
Marisa: Não vou desistir da minha profissão por isso. Nem tudo que é legal é moral. O CFP não tem moral, pois nos colocou uma mordaça, e ninguém ousa discutir suas decisões. Somos obrigados a aceitar como verdade ainda que seja uma mentira.
São surfistas sociais, vão se adaptando à evolução da sociedade, independente se essa evolução seja ruim, pois perderam a referência do que é “bem”, e ou “mal” para o indivíduo, do que é família, da necessidade de regras, ética, moral, princípios. Eles apenas vão surfando. Com isso, vão aumentando as crises familiares, maldade humana, a legalização de aborto chegando, divórcio batendo recorde, camisinhas nas escolas, legalização de drogas,  e a psicologia se adaptando. Daqui a pouco, vamos ver sexo nas praças, e todo mundo aplaudindo porque a psicologia vai achar que é direito de expressar a sexualidade. Ou seja, assim está caminhando a humanidade.  
JS: O que motivou a denúncia contra você no CFP?
Marisa: O fato de falar de Deus em minhas redes sociais e ter pedido aos deputados que prestassem atenção no conteúdo do kit gay, que era uma aberração, um conteúdo extremamente descabido e sexualizado que de forma alguma extingui o preconceito, mas sim cria mais ainda. Eles não gostaram. Aí, quando souberam que era uma cristã falando, começaram a me perseguir, como psicóloga que se denomina cristã, depois no processo como homofóbica, porque eu disse em um Twitter que amo os gays, mas prefiro meu filho hetero. E até agora não sei onde ter uma opinião instiga violência. Agora, eu perder o meu direito de dizer que sou feliz sendo hetero, e de que prefiro meus filhos hetero?
Eles querem que a sociedade pense que eu persigo gays, ofereço tratamento para gays porque sou fundamentalista, preconceituosa, decidiram isso e pronto. Não ACEITO. A verdade é que eles são contraditórios. Estão tentando usar tudo para me qualificar como “homofóbica”. E em 15 anos de trabalho, nunca nenhum paciente meu denunciou que em meu consultório imponho convicções religiosas. O caso contra mim é de PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA, PRECONCEITO RELIGIOSO. O CFP achou que eu ia me calar, porque muitos endeusam a psicologia. Pois bem: Eu, MARISA LOBO, só tenho um Deus, e não sirvo a insanidade desses membros do conselho. Se me cassarem, vão cavar a sepultura moral.
JS: Há uma tendência cada vez maior da classe de psicologia de rotular a pedofilia como orientação sexual. Como você encara o papel disso na perversão social?
Marisa: É um crime, claro, que merece prisão perpétua em minha opinião. Escrevi até um livro, PSICOPATAS DA FÉ, que tem uma capitulo sobre pedofilia, e mostra que é doença, e quem é psicólogo sabe, se formos levar ao pé da letra, é uma perversão da libido original, uma orientação, condição e ou escolha. A pedofilia está associado a psicopatia sem dúvida. Os psicólogos canadenses dizem claramente que para eles é considerado uma orientação sexual. Se acreditarmos nisso, aí quero ver como sair dessa. O que quero dizer é que, quando aceita socialmente, deixa de ser doença? Se a lei disser que não é crime, nada poderei fazer? 
JS: Como você encara a homossexualidade: doença ou pecado?
Marisa: Como psicóloga respeito a OMS, que diz que não é doença e não podemos trata como tal, porém distúrbio de identidade social existe, é doença. O travestismo está no CID 10 inscrito como doença. Para a psicologia, que só aceita a medicina em partes quando lhe convém, é orientação apenas.
Se é pecado ou não, não poderei falar sobre isso, porque sou como psicóloga. Pecado é uma referência de cada religião. Temos que saber o que a religião diz sobre o assunto. Se responder sobre isso, serei cassada em prazo recorde.
JS: A ABGLT, que é a maior entidade gay do Brasil, está por trás de todos os grandes casos de perseguição aos cristãos no Brasil, inclusive contra mim e Silas Malafaia. Você tem algum conhecimento de que a ABGLT está também em conluio ou colaboração com o CFP para perseguir você?
Marisa: A ABGLT publicou uma nota parabenizando e defendendo o CFP pela atitude contra mim e pedindo inclusive ao ministério público que me investigue por oferecer cura aos homossexuais, mentindo descaradamente sobre isso, apenas lançando no mercado esquizofrênico uma mentira para torná-la verdade. Agora só falta provarem. Mas essa intimidade está clara. Parece que são parceiros de “cama”. Não preciso dizer mais nada.
JS: O que você sente pelos homossexuais?
Marisa: Compaixão, amor de verdade. Mas tenho pena e desprezo pela militância desleal, porque usam os homossexuais e suas angústias. Observem: sempre são os mesmo ativistas que aparecem, lucrando e perdendo tempo em nos perseguir. Eles poderiam estar fazendo trabalho voluntário nas ruas, tirando os homossexuais comuns da prostituição, por exemplo. Mas, em vez disso, incentivam, até como profissão. Isso é lutar pelo ser humano? Usam suas ONGs para perseguir qualquer um que se oponha à sua militância. Quem ousar falar qualquer coisa é taxado de homofóbico. Eles ridicularizam nossa fé, nossa Bíblia, e querem respeito. A militância gay não merece respeito. E se isso for homofobia, queridos, o mundo inteiro é homofóbico.
Mas, pessoalmente, meu médico de pele é homossexual. Só lavo meu cabelo com um homossexual. Tratei de um homossexual em minha casa com AIDS por 7 meses, onde ele viveu comigo e minha família. O fato de não aprovar este ou aquele comportamento não me torna inimigo. A questão aqui é inversa. A militância gay quer nos tornar inimigos. Eles precisam alimentar essa guerra. Afinal, como vão se sustentar?  
JS: Além do CFP, outras entidades ou indivíduos também ameaçam você por causa de suas posturas cristãs?
Marisa: Os ateus, principalmente. Eles fazem vídeos contra mim e postam, me xingando de tudo, principalmente de burra, e têm o CFP como aliado. Nessa demente perseguição, ateus famosos fazem vídeos e conseguem status tentando me humilhar. Recentemente, um ateu fez um desafio para outros ateus entrarem em minhas redes sociais e negativar todos os meus vídeos. Eles falam cada coisa desumana que se eu não acreditasse de fato em Deus tinha desistido de viver. Mas os ateus não sabem que cada comentário de ódio que vejo sinto é pena, não raiva. Meus mecanismos de defesa funcionam, todos, e minha fé me sustenta. Sinto-me desafiada a continuar. Eles querem promoção.
JS: O Cristianismo verdadeiro é “perder para ganhar”. Você tem medo de perder sua carreira de psicóloga por causa do seu testemunho cristão?
Marisa: O único medo que tenho é de Deus virar sua face de mim. Deus me deu a oportunidade de ser perseguida por amor a ele, e aceitei. Deus quer mudar algo, e aqui falo como pastora. Sou apenas um instrumento. Se for cassada, vou lutar em todas as instâncias. Meu medo maior é de Jesus me negar diante do Pai, e isso não acontecerá, porque não o estou negando perante os homens.
JS: Você tem colocado seu testemunho por Cristo acima de sua carreira. Por quê?
Marisa: Foi uma luta ter me formado, e tenho amor pela minha profissão. Minha área é dependência química. Quantas pessoas nestes 15 anos de carreira deixaram as drogas. Quantas pessoas deixaram de abortar. Quantas pessoas pude ajudar a melhorar sua saúde mental. Quantas me agradecem até hoje. Enfim, amo minha carreira.
A dor vai ser grande, mas não será maior do que a de Jesus, que morreu na cruz por mim. O preço será alto, mas não maior que o preço que Jesus pagou pela minha alma. A certeza que estou fazendo a coisa certa e cumprindo a sua vontade acalma minha alma.
Deus está acima da minha profissão e da minha carreira. NÃO NEGO MEU DEUS POR NADA. 

Tribunal Egípcio Condena Jovem Cristão por ´Insultar o Islã´

Sentença de três anos de prisão foi a pena máxima que Massoud poderia ter recebido
Em uma clara demonstração de parcialidade para com os muçulmanos que não são processados por crimes contra o cristianismo, tribunal egípcio condenou  um adolescente cristão copta a três anos de prisão por supostamente insultar o Islam

Gamal Abdou Massoud, 17, nega as acusações. O tribunal alegou que ele postou desenhos animados na sua conta do Facebook em dezembro, zombando da religião islâmica e de seu profeta, Maomé. O tribunal também afirmou que ele distribuiu os desenhos para outros estudantes.

Após o incidente vir à tona, os muçulmanos de Assuit, onde mora Massoud, se revoltaram. Eles incendiaram sua casa e pelo menos outras cinco propriedades de cristãos em várias aldeias de Assuit. Massoud e sua família abandonaram a aldeia em que viviam. Não foi confirmado se eles foram expulsos da aldeia, se sairam por medo, ou porque não tinham mais uma casa.

A sentença foi considerada significativa, não só porque viola as cláusulas de livre expressão da Declaração Universal de Direitos Humanos da ONU, da qual o Egito é signatário, mas também mostra uma outra realidade na qual a justiça é executada de forma desigual e parcial entre muçulmanos e cristãos no Egito. A condenação mostra também que os direitos da minoria cristã no Egito são respeitados somente quando os interesses islâmicos não estão envolvidos.

Quando muçulmanos publicam imagens que violam as leis egípcias de insulto ao cristianismo, muitas vezes o cumprimento dessas leis é ignorado, disse um cristão copta. Mas quando os cristãos são acusados de violar as mesmas leis em relação ao Islã, afirma ele, são punidos com todo o rigor da lei.

O Tribunal também considerou Massoud culpado por incitar tumultos. Nenhum dos responsávis por queimar as casas foi punido.

Samia Sidhom, editora chefe do jornal Watani no Cairo, disse que a condenação foi um exemplo claro de parcialidade. Quando os advogados coptas levam casos ao tribunal, de discursos inflamados transmitidos publicamente por líderes islâmicos ou do governo contra o cristianismo, a Bíblia ou os cristãos, as acusações "são simplesmente ignoradas", há casos que se arrastam por anos sem nenhum resultado.

"Eles nunca obtém quaisquer tipos de sentença", disse Sidhom.

A sentença de três anos de prisão foi a pena máxima que Massoud poderia ter recebido.

Sidhom também pede atenção sobre a veracidade das acusações. Ela disse que seus repórteres não encontraram evidências de que Massoud tinha sequer uma página no Facebook, afirmando que ele é "quase um leigo em computador."

Este é o terceiro caso de grande repercussão de "insulto ao islã" levado a julgamento contra cristãos coptas no Egito, no periodo de um mês. Recentemente, um tribunal do Cairo recusou-se a investigar uma acusação contra Naguib Sawaris, um copta e magnata das telecomunicações, que foi acusado de insultar o islã ao colocar um desenho da Minnie Mouse com um véu em seu Facebook, uma satíra sobre como ficaria o Egito se os islamitas assumirem o poder político no país.

Logo depois,  um grupo de advogados muçulmanos vetaram um pedido de um cristão copta chamado, Makram Diab, a um tribunal para a redução da pena de seis anos  de prisão imposta contra ele por ter insultado o Islã. Um muçulmano Salafista apresentou queixa contra ele após uma discussão. Os Salafistas* afirmam praticar o Islã das três primeiras gerações depois de Maomé, isto é, um Islã puro e livre da infleuência de outras culturas não islâmicas.

Condenado seis dias depois que as autoridades o prenderam, Diab não obteve permissão de ter um advogado de defesa  presente em sua audiência.

*O salafismo (do árabe سلفي, salafī, "predecessores" ou "primeiras gerações") é um movimento reformista islâmico que surgiu no Egito, no final do século XIX dentro do que podemos referir como período de renascimento cultural árabe. Seu intuito é trazer à sociedade atual as práticas e princípios do Islã desde seus tempos mais antigos.



Fonte: Portas Abertas / Cpad News

“É preciso por um ponto final à ousadia” dos ativistas gays, afirma jornalista, sobre tentativa de “censura” ao pastor Silas Malafaia


O processo movido pelo Ministério Público Federal contra o pastor Silas Malafaia voltou a ser tema de artigos do jornalista Reinaldo Azevedo, colunista da revista Veja.
Azevedo, que é católico, tem se posicionado em seus artigos de forma semelhante ao pastor nas críticas ao PL 122. Silas Malafaia considera o projeto como a “lei do privilégio” para os ativistas gays.
No artigo “Movimento gay quer passar de beneficiário da liberdade de expressão à condição de censor?”, Reinaldo Azevedo critica a postura dos ativistas gays, que segundo ele, querem impor mordaça às religiões e ao livre pensamento: “Então eles podem pegar símbolos de uma denominação cristã, que têm valor para mais de um bilhão de pessoas, submetê-los a uma, como posso dizer, “interpretação livre”, mudando ou mesmo invertendo seu sentido moral, mas um líder religioso deveria ser impedido de dizer o que pensa?”, pontua o jornalista, fazendo referência ao caso da Parada Gay de 2011, quando a organização do evento espalhou cartazes com doze modelos em posições homoeróticas.
Na ocasião, o pastor Silas Malafaia afirmou que a igreja católica deveria reagir ao que chamou de “ridicularização” dos símbolos católicos. A reação do pastor gerou protestos por parte dos ativistas gays e o processo movido pelo Ministério Público, que o acusa de incitar a violência. Sobre o processo, Azevedo afirma que apesar de não concordar com tudo que Malafaia diz a respeito do homossexualismo, acredita que o pastor está sofrendo uma tentativa de censura: “Devo silenciar diante de uma óbvia tentativa de calá-lo, ao arrepio, parece-me, da lei? Sim, a Justiça vai decidir, mas posso e devo dizer o que acho. Acho que estão recorrendo a uma óbvia linguagem metafórica com o propósito de se vingar de um notório crítico da dita Lei Anti-Homofobia. Entendo que estamos diante de um caso clássico de uso da lei para intimidar ou calar aquele que pensa de modo diferente”.
Reinaldo Azevedo afirma que “é a liberdade de expressão como um valor universal que permite hoje a essas ditas minorias, a esses grupos de pressão, falar, reivindicar etc. O que querem? Coibir a dita homofobia metendo na cadeia quem não comunga de seus valores?”, numa crítica ao que ele classifica de “sindicalismo gay”.
Em outro artigo sobre o tema (A marcha da intolerâcia. A única vítima de preconceito é o pastor), Azevedo afirma que não irá se calar, colaborando para a “para a reinstalação da censura no Brasil”, e diz que não aceita que “que partido, grupo ou grupelho decidam o que posso pensar ou não — em especial quando essa patrulha se exerce na contramão de direitos garantidos por uma Constituição democrática”.
Neste mesmo artigo, o colunista de Veja afirma ser contra o casamento gay: “Considero, absurda a decisão do Supremo que igualou legalmente os casais gays aos héteros. A razão é simples. A Constituição é explicita ao afirmar que a união civil se estabelece entre homem e mulher. Sem a mudança da Carta — o que só pode ser feito pelo Congresso —, o Supremo legislou e fez feitiçaria constitucional. Atrás desse precedente, podem vir outras ‘interpretações criativas’ da nossa Lei Maior”.
Explicando o motivo pelo qual se incomodou com a tentativa de censura à Malafaia, Reinaldo Azevedo classifica os ativistas gays de fascistas: “A proteção a minorias não pode ser maximizada a ponto de pôr em risco direitos fundamentais — entre eles, a liberdade de expressão. Esse caso envolvendo Malafaia me incomodou especialmente porque é preciso pôr (sic) um ponto final à ousadia dessas hordas fascitoides”.
Fonte: Gospel+

Ator que interpretava Judas se enforca durante encenação; seu estado é grave


Do UOL, em São Paulo*
Thiago Klimeck, 27, se enforcou acidentalmente quando interpretava Judas em encenação da Paixão de Cristo e está internado em estado grave em um hospital no interior de São Paulo.

O episódio ocorreu na Sexta-Feira Santa (6) na cidade de Itararé, a 345 quilômetros ao oeste de São Paulo, onde o ator Thiago Klimeck fazia o papel de Judas, que segundo o Evangelho, se enforcou após entregar Jesus.

Klimeck, aparentemente, se enganou ao puxar os nós da corda que tinha ao redor do pescoço. "Quando chegamos ao local o ator estava desacordado e foi levado imediatamente para Santa Casa", segundo informações da Guarda Municipal ao UOL. Procurada, a Santa Casa informou que não podia dar informações sobre o caso de Thiago.

Depois de alguns minutos, no entanto, os atores perceberam que ele estava inconsciente, e com a ajuda de socorristas o tiraram da corda e o levaram para um hospital.

Devido à gravidade do caso, na manhã deste sábado (7) ele foi transferido para um hospital da cidade vizinha de Itapeva.
(Com informações da agência EFE) / BOL NOTÍCIAS

A Páscoa Pagã

o coelho e o ovo

Na realidade não existe uma páscoa pagã, e sim a festa da chegada da Primavera celebrada pelos antigos povos pagãos da Europa, que nessa época do ano homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês. Easter é um termo pagão com um significado "genérico" de Páscoa. Não tem nada a ver com libertação de escravos.

Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Na mitologia romana, é Ceres.Os pássaros estão cantando, as árvores estão brotando. Surge o delicado amarelo do Sol e o encantador verde das matas.

A celebração de Ostara, comemora a fertilidade, um tradicional e antigo festival pagão que celebra o evento sazonal equivalente ao Equinócio da primavera . Algumas das tradições e rituais que envolve Ostara, inclui fogos de artifícios, ovos, flores e o coelho.

Ostara representa o renascimento da terra, muitos de seus rituais e símbolos estão relacionados à fertilidade. Ela é o equilíbrio quando a fertilidade chega depois do inverno. É o período que a luz do dia e da noite têm a mesma duração. Ostara é o espelho da beleza da natureza, a renovação do espírito e da mente. Seu rosto muda a cada toque suave do vento. Gosta de observar os animais recém-nascidos saindo detrás das árvores distantes, deixando seu espírito se renovar. Os símbolos tradicionais da Páscoa vêm de Ostara.

Os ovos, símbolo da fertilidade, eram pintados com símbolos mágicos ou de ouro, eram enterrados ou lançados ao fogo como oferta aos deuses. É o Ovo Cósmico da vida, a fertilidade da Mãe Terra.


 
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