Movimento extremista ateu ataca cristianismo
undoJesus, o movimento ateu extremista dos EUA
“Chegou a hora de abandonar o Cristianismo”. É com essa frase que o movimento undoJesus promove sua ideologia anti-cristã pelos Estados Unidos. Conhecidos pela forte crítica aos religiosos extremistas, os integrantes do undoJesus resolveram atacar com a mesma moeda – só que usando a face do lado oposto ao dos religiosos.
Tão extremistas quanto os cristãos que criticam, eles pregam ideias e conceitos semelhantes, embora, na essência, sejam contrários às ideologias dos religiosos. “Queremos prevenir a justificação religiosa daqueles no poder que abusam da grande aceitação da Bíblia Sagrada como um livro verdadeiro e cometem atos que causam morte e destruição”, afirma o site oficial do movimento.
“Chegou a hora de abandonar o Cristianismo”. É com essa frase que o movimento undoJesus promove sua ideologia anti-cristã pelos Estados Unidos. Conhecidos pela forte crítica aos religiosos extremistas, os integrantes do undoJesus resolveram atacar com a mesma moeda – só que usando a face do lado oposto ao dos religiosos.
Tão extremistas quanto os cristãos que criticam, eles pregam ideias e conceitos semelhantes, embora, na essência, sejam contrários às ideologias dos religiosos. “Queremos prevenir a justificação religiosa daqueles no poder que abusam da grande aceitação da Bíblia Sagrada como um livro verdadeiro e cometem atos que causam morte e destruição”, afirma o site oficial do movimento.
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| "Se Jesus retornar, matem-no outra vez", diz o cartaz de um dos membros do undoJesus, durante uma manifestação contra religiosos nos EUA Os integrantes do undoJesus, porém, se dizem pacíficos, e afirmam lutar apenas contra a “enganação generalizada” promovida pela Igreja Católica. Segundo eles, a fé extremada é “responsável pela maior parte dos conflitos religiosos, que contribuem para as grandes guerras”. Eles defendem sociedades “mais justas” em que a religião não tenha participação nenhuma, o que, segundo o movimento, abriria espaço para a igualização da mulher e para o fim do fanatismo. No site do movimento também é possível encontrar um livro com “20 razões para abandonar o Cristianismo”. “O Cristianismo é baseado no medo”; “o Cristianismo é baseado na desonestidade”; “o Cristianismo prega a arrogância da mentalidade de ‘povo escolhido’”; “o Cristianismo é antiintelectual e anticientífico”; e “a Bíblia está cheia de contradições” são alguns desses motivos. Mesmo com ideias seculares e ideologias modernas, o undoJesus recai no mesmo problema daqueles que justamente critica: é um movimento tão extremamente contra os religiosos que acaba por não os respeitar. Nos Estados Unidos, já foram registradas dezenas de ocorrências com membros e simpatizantes do movimento ateu; vão desde depredações até agressões físicas durante protestos e manifestações de rua. “A pessoa que acredita em Jesus está vivendo uma grande mentira. A mídia sempre mostra casos de maníacos ou assassinos que justificam seus atos em nomes de sua religião”, afirmam os fundadores do movimento. “A intenção deste site é ajudar a sociedade e o indivíduo a avançarem juntos.” Fonte: Revista Época Disse Jesus: Lembrem-se das palavras que eu lhes disse: nenhum escravo é maior do que o seu senhor. Se me perseguiram, também perseguirão vocês... (João 15.20 NVI) Mas tão-somente uma terrível expectativa de juízo e de fogo intenso que consumirá os inimigos de Deus. (Hebreus 10.27 NVI) |
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Justin Bieber
Idolatria ao Extremo!
FÃ DE JUSTIN BIEBER TROCA VIRGINDADE POR INGRESSO DE SHOW!
Antes de chegar ao Brasil, o astro teen se apresenta no México e, por lá, os ingressos acabaram em quatro minutos. Os fãs brasileiros também se apressaram para comprar. A venda pela internet começou na madrugada desta sexta-feira (26) e já foi encerrada. Ainda restam poucos ingressos para serem vendidos por telefone e, nas bilheterias, as vendas começam às 10h desta sexta-feira (26).
...E honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Romanos 1.25
Fonte: http://noticias.r7.com/videos/fa-de-justin-bieber-troca-na-internet-virgindade-por-ingresso-de-show/idmedia/4e5797a792bb5a06d1e73677.html
Antes de chegar ao Brasil, o astro teen se apresenta no México e, por lá, os ingressos acabaram em quatro minutos. Os fãs brasileiros também se apressaram para comprar. A venda pela internet começou na madrugada desta sexta-feira (26) e já foi encerrada. Ainda restam poucos ingressos para serem vendidos por telefone e, nas bilheterias, as vendas começam às 10h desta sexta-feira (26).
...E honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Romanos 1.25
Fonte: http://noticias.r7.com/videos/fa-de-justin-bieber-troca-na-internet-virgindade-por-ingresso-de-show/idmedia/4e5797a792bb5a06d1e73677.html
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Coragem Para Seguir Em Frente (Ebook Grátis)
A Bíblia é uma fonte inesgotável de significados
e interpretações, para a Literatura se trata de um livro cânone, mas para nós, cristãos, a fonte que jorra da Palavra de Deus é o Espírito Santo. É Ele quem nos revela a vontade de Deus a cada leitura. Através da mensagem de Mateus 14, versos 13 ao 36, explanarei sobre a coragem, demonstrada na vida de Jesus e seus discípulos. E coragem significa, também, correr riscos. Normalmente, não gostamos de correr riscos; mas Jesus não somente mostrou muita coragem, como também nos incentivou a correr riscos. Todavia, Ele nos oferece a sua mão quando naufragamos, quando enfrentamos os riscos, mas cedemos à pressão que estes nos causam. Foi assim com Pedro, que ousou andar sobre as águas, mas houve um momento em que ele cedeu à incredulidade, tirou os seus olhos do Senhor e começou a naufragar, mas Jesus lhe estendeu as mãos e o resgatou!
Leia esse abençoado livro de autoria do Pastor Márcio Valadão da Igreja Batista da Lagoinha e receba força para seguir em frente na caminhada.
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O satanismo existe desde que Lúcifer se tornou o adversário de Deus. Existe desde que ele rebelou-se e foi expulso do Céu, tornando-se Satanás. Este livreto foi escrito com o simples objetivo de analisá-lo à luz da Bíblia, comparando-o com o Cristianismo. Apesar de a Bíblia, como ficará aqui demonstrado, não concordar com o satanismo, Deus ama profundamente os satanistas. O nosso Deus, cheio de amor, deseja que eles experimentem uma vida plena e com propósito e sejam salvos, tornando-se seguidores do Seu Filho, Jesus.
100 Respostas Bíblicas Para O Satanismo - Édino Melo (Ebook Grátis)
O satanismo existe desde que Lúcifer se tornou o adversário de Deus. Existe desde que ele rebelou-se e foi expulso do Céu, tornando-se Satanás. Este livreto foi escrito com o simples objetivo de analisá-lo à luz da Bíblia, comparando-o com o Cristianismo. Apesar de a Bíblia, como ficará aqui demonstrado, não concordar com o satanismo, Deus ama profundamente os satanistas. O nosso Deus, cheio de amor, deseja que eles experimentem uma vida plena e com propósito e sejam salvos, tornando-se seguidores do Seu Filho, Jesus.Baixe gratuitamente enquanto está disponível pois não hospedamos nada, este livro foi encontrado na web!
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Crescimento evangélico estimula mercado de consumo e religião
Algumas Igrejas desenvolveram estruturas empresariais e planos de carreira; outras lançaram até cartões de crédito
Do Portal TerraO crescimento dos evangélicos no Brasil, em especial no ramo pentecostal, provocou mais do que mudanças religiosas: fortaleceu um mercado econômico, que chama a atenção tanto de igrejas como da iniciativa privada. De seu lado, as igrejas criaram estratégias de negócios. Algumas desenvolveram estruturas empresariais e planos de carreira; outras lançaram até cartões de crédito. E diversas montaram grupos e reuniões em que estimulam os fiéis a abrir negócios próprios e sanar suas finanças, com base na Teologia da Prosperidade - movimento que prega o bem-estar material do homem.
"Passava uma vida de miséria, comendo carcaça de frango", conta uma frequentadora da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), acrescentando que, depois que começou a assistir às "reuniões da prosperidade" semanais da igreja, "as portas começaram a se abrir". O depoimento é exibido pela própria IURD no YouTube. Em outro vídeo, um fiel diz que seus negócios não deram certo até ele entrar para o culto. Depois de "sair das trevas", ele comprou "quatro, cinco casas", onde cabem "sete ou oito carros".
"A igreja é um local de ritos, mas hoje também um espaço de trocas e bens simbólicos", diz Leonildo Silveira Campos, do departamento de Ciências Sociais e Religião da Universidade Metodista. "É voltada a pessoas cada vez menos preocupadas com questões transcendentais, e sim com o aqui e o agora. Para o novo pentecostal, o dinheiro não é para ser acumulado como previa a ética protestante, mas para comprar o carro e o apartamento novo. Para se inserir no mercado de consumo."
Igrejas e empresas respondem a isso com produtos, que incluem cartões de crédito (emitidos pelas igrejas Internacional da Graça de Deus e Assembleia de Deus) e lançamentos constantes. A rua Conde de Sarzedas, no Centro de São Paulo, se especializou em atender consumidores cristãos. Ali, é possível comprar de bíblias segmentadas a CDs, jogos de tabuleiro com temas bíblicos e pacotes de turismo para Egito e Israel.
Público fiel
"É um lugar onde as pessoas sabem o que querem consumir. É um público fiel", diz a cantora e apresentadora Mara Maravilha, que, há 15 anos convertida à fé evangélica, tem uma loja onde vende seus CDs e DVDs gospel na Conde de Sarzedas. Daniel dos Reis Berteli, 29 anos, da Igreja Nazareno do Brasil, comprava livros, roupas e CDs evangélicos em uma loja ao lado. "Antes, não tínhamos essa variedade de livros", diz. "Há uns 15 anos, minha mãe fazia lembrancinhas religiosas com cartolina. Hoje, está tudo mais profissional."
A percepção de que o setor caminhava rumo à profissionalização levou Eduardo Berzin Filho a promover a feira ExpoCristã, realizada há dez anos em São Paulo. Ele diz que a edição de 2010 atraiu 160 mil visitantes e expositores como editoras, gravadoras gospel, empresas de mobiliário para igrejas e até consultorias de gestão de templos.
O mais claro exemplo pentecostal de estratégia de negócios vem da Igreja Universal do Reino de Deus, que diz ter presença em mais de cem países - mais do que qualquer multinacional brasileira. A IURD montou uma estrutura empresarial que faz de seus pastores "profissionais da religião, com metas de atração e conversão de fiéis, de arrecadação (de dízimo) e de ampliação de recursos", afirma Ricardo Mariano, professor da PUC-RS e autor de um livro sobre a Universal.
Para os pastores, diz Mariano, "existe quase um plano de carreira, que permite que eles passem para congregações maiores, vão para outros países e participem de programas de TV" se baterem as metas. A IURD e outras seguem "os principais preceitos do marketing: preço, publicidade, praça (localização de templos) e produto", opina Mario René, professor de Ciências do Consumo na ESPM e doutor em teologia prática.
Os especialistas ressaltam que há traços de profissionalização e mercantilização também em outras religiões - só que eles estão mais evidentes nas pentecostais e neopentecostais por conta de sua exposição midiática e do próprio crescimento dos evangélicos no Brasil. Segundo o estudo Novo Mapa das Religiões, da FGV, os evangélicos representavam 20,2% da população brasileira em 2009, contra 9% em 1991. Boa parte se concentra na emergente classe C. Os pentecostais são por volta de 12% da população, mas, segundo estudo prévio da FGV, respondem por 44% das doações feitas às igrejas.
Doações
Agora, além de solicitar "ofertas" para continuar a "obra de Deus", a Igreja Universal pede contribuições para financiar o Templo de Salomão - versão brasileira de um histórico templo em Israel. Em um culto recente da igreja em São Paulo, o pastor exibia aos fiéis um vídeo sobre o templo, que está sendo erguido na Zona Leste da cidade e custará R$ 350 milhões. "Os (doadores) terão seus nomes colocados nas 640 colunas do templo", diz o pastor, pouco antes de serem entregues envelopes para doações. "O bispo disse que um homem doou R$ 200 mil. Se você não pode R$ 200 mil, pode mil, pode R$ 500. Doe de acordo com a sua fé."
Alguns fiéis apoiam o pagamento do dízimo e doações desse tipo como forma de dar continuidade ao trabalho religioso. Mara Maravilha, fiel da Universal, é uma delas. Para a cantora, quem não paga a contribuição está "roubando de Deus" e "se o pastor vai fazer certo ou errado (com o dinheiro), isso não cabe mais" ao fiel. "Graças a Deus que se abrem muitas igrejas. É melhor do que abrir botequim", afirma Mara. "A gente, por mais que dê, nunca vai conseguir dar mais do que Deus nos dá."
Ela também rejeita as críticas de mercantilismo. "Os produtos têm efeito que não tem dinheiro que pague para uma pessoa sem esperança. Antes, eu vendia até revista masculina. Hoje, vendo a palavra de Deus. Estou errada hoje ou estava antes?"
Perigo
A executiva Márcia Félix, 37 anos, fiel da Igreja Quadrangular, tem opinião semelhante. Afirma que sua igreja incentiva seu crescimento e a realização de seus sonhos e que o eventual enriquecimento de pastores não a incomoda. "Busco primeiro o Reino de Deus e sua justiça", argumenta a fiel evangélica. "Se tem quem rouba, é cada um com Deus."
Já Daniel Berteli, frequentador da Conde de Sarzedas, diz que considera a visão empresarial da religião "perigosa". "(Algumas igrejas) têm deixado o princípio de servir e viraram indústria." O limite para a atuação das igrejas é difícil de definir, levando-se em conta que é tênue a linha que separa consumo e religião.
"Não temos um compartimento mental para a religião", diz Mário René, da ESPM. "Todos buscamos sentido, que pode ser atingido por espiritualidade, responsabilidade social, esoterismo e até pelo consumo." René avalia ainda que, hoje, a prática comercial é praticamente inerente ao processo de angariar fiéis para uma determinada crença. "Posso abrir uma igreja com praticamente nada. E daí, o que eu faço? Preciso de uma estratégia de marketing para ter sucesso, então vou procurar um pastor carismático e assim por diante", diz o pesquisador.
Para Ricardo Mariano, da PUC-RS, a questão é se a narrativa do apelo à prosperidade terá força no longo prazo. "Se a solução para os problemas (dos fiéis) é pontual, como engajá-los por um longo período? Isso não foi resolvido ainda."
Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/156409_CRESCIMENTO+EVANGELICO+ESTIMULA+MERCADO+DE+CONSUMO+E+RELIGIAO?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage
Religiosidade cheia, discipulado vazio!
“Vão, e façam discípulos de todas as nações.” (Mt 28.19)
O conhecido e respeitado sociólogo cristão Paul Freston afirmou em um dos seminários dos 40 anos da Revista Ultimato que a Igreja Evangélica brasileira jamais seria a maioria religiosa e confessional no Brasil. Evidentemente que não foi uma afirmação leviana. Ele sustentou a sua tese com a clareza, didática e fundamento próprios de um docente.
Nesta semana, o subsídio São Paulo da Revista Isto É traz uma reportagem de capa interessante sobre a diversidade da religiosidade brasileira constatada no censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O pluralismo chegou para ficar, é um grande desafio e também uma oportunidade para a missão integral e relevante da Igreja. A revista apresenta alguns dados surpreendentes:
1º - O Islã recebe novos adeptos a cada dia, as mesquitas e as comunidades islâmicas de muitos lugares no Brasil já possuem 85% de membros “nativos” convertidos, de brasileiros que aderiram à nova fé.
2º - Hoje, no Brasil, algo em torno de 4 milhões de nascidos em berços evangélicos se declaram crentes não praticantes e outros tantos se declaram cristãos, mas não querem nenhum envolvimento com Igreja ou Comunidade de fé.
3º - A migração entre neopentecostais e pentecostais, e a insustentável infidelidade dos membros a estas expressões cristãs, começam a apresentar sinais de saturação manifestados em dois movimentos excludentes entre si:
a) Muitos pentecostais e neopentecostais começam a procurar guarida nas Igrejas históricas e mais alinhadas com a Reforma Protestante: Presbiterianas, Metodistas, Batistas etc. O que as atrai é o estudo diligente das Escrituras, a ética, a moral e os valores do Reino difundidos e defendidos por estas instituições.
b) O outro fenômeno, surpreendente para dizer o mínimo, é que muitos egressos do ramo neopentecostal passam a freqüentar a umbanda e o candomblé, exatamente pelas muitas semelhanças cúlticas como transes, gritos e grunhidos, possessões, busca de soluções mágicas, usos de objetos sagrados e por aí vai.
4º - Os sem religião e sem Deus também já figuram entre os grupos de destaque nas pesquisas. Mas será que Deus comissionou a Igreja para esta tarefa tão difícil sem aparelhá-la com os devidos instrumentos? Evidentemente que não. Além dos dons espirituais e a própria presença e ministério do Espírito Santo e as Escrituras, o Senhor indicou também estratégias para que a Igreja desempenhasse com êxito a sua missão e dentre estas estratégias podemos destacar o imprescindível e permanente mandato do discipulado.
O grande êxito alcançado pela Igreja Primitiva e Antiga deveu-se ao grande investimento feito no discipulado pessoal e comunitário dos novos convertidos e das novas lideranças. Na Igreja Antiga o Catecumanato, com suas catequeses, escrutíneos e provas num processo formativo nunca inferior a três anos, era o grande divisor de águas entre os membros da Igreja e os pagãos. Depois havia ainda as didascalias, verdadeiros centros de treinamentos para a vida cristã. São famosas as escolas de Alexandria, Constantinopla, Roma, Lião, Antioquia e Cartago.
Com o advento dos acontecimentos de 313, 325 e 375, quando a Igreja é oficializada no Império Romano e depois estatizada pelo Imperador, as massas agora entram na Igreja sem o devido discipulado, recebem apenas os sacramentos sem nenhuma instrução (são sacramentalizados, mas não cristianizados) e rapidamente as deteriorações moral, espiritual e ética corrompem a Igreja a tal ponto de os cristãos comprometerem a sua mensagem, doutrina e liturgia. Como efeito, progressivamente a Igreja foi sendo deformada no século XVI.
É bem verdade que Deus nunca deixou a sua Igreja desprovida de grandes líderes que continuaram apostando no discipulado formal e sistemático para preservar exatamente a herança dos santos: Ambrósio, Cipriano, João Crisóstomo, Agostinho, Irineu, Justino, Cirilo de Alexandria etc. A Reforma protestante foi, sem dúvida, uma volta ao discipulado e a instrução bíblica para a vida. Os catecismos de Lutero, Calvino, Bullinger e outros provam isto.
Na semana que vem continuaremos a refletir sobre o lugar, a natureza e a necessidade do discipulado, personalizado e em pequenos grupos para a formação de cristãos autênticos e maduros e o surgimento de uma Igreja relevante e cheia de poder.
__________
Luiz Fernando dos Santos, 41 anos, é casado e tem uma filha de 9 anos. É pastor da Igreja Presbiteriana Central de Itapira (SP).
Fonte: Revista Ultimato
O conhecido e respeitado sociólogo cristão Paul Freston afirmou em um dos seminários dos 40 anos da Revista Ultimato que a Igreja Evangélica brasileira jamais seria a maioria religiosa e confessional no Brasil. Evidentemente que não foi uma afirmação leviana. Ele sustentou a sua tese com a clareza, didática e fundamento próprios de um docente.
Nesta semana, o subsídio São Paulo da Revista Isto É traz uma reportagem de capa interessante sobre a diversidade da religiosidade brasileira constatada no censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O pluralismo chegou para ficar, é um grande desafio e também uma oportunidade para a missão integral e relevante da Igreja. A revista apresenta alguns dados surpreendentes:
1º - O Islã recebe novos adeptos a cada dia, as mesquitas e as comunidades islâmicas de muitos lugares no Brasil já possuem 85% de membros “nativos” convertidos, de brasileiros que aderiram à nova fé.
2º - Hoje, no Brasil, algo em torno de 4 milhões de nascidos em berços evangélicos se declaram crentes não praticantes e outros tantos se declaram cristãos, mas não querem nenhum envolvimento com Igreja ou Comunidade de fé.
3º - A migração entre neopentecostais e pentecostais, e a insustentável infidelidade dos membros a estas expressões cristãs, começam a apresentar sinais de saturação manifestados em dois movimentos excludentes entre si:
a) Muitos pentecostais e neopentecostais começam a procurar guarida nas Igrejas históricas e mais alinhadas com a Reforma Protestante: Presbiterianas, Metodistas, Batistas etc. O que as atrai é o estudo diligente das Escrituras, a ética, a moral e os valores do Reino difundidos e defendidos por estas instituições.
b) O outro fenômeno, surpreendente para dizer o mínimo, é que muitos egressos do ramo neopentecostal passam a freqüentar a umbanda e o candomblé, exatamente pelas muitas semelhanças cúlticas como transes, gritos e grunhidos, possessões, busca de soluções mágicas, usos de objetos sagrados e por aí vai.
4º - Os sem religião e sem Deus também já figuram entre os grupos de destaque nas pesquisas. Mas será que Deus comissionou a Igreja para esta tarefa tão difícil sem aparelhá-la com os devidos instrumentos? Evidentemente que não. Além dos dons espirituais e a própria presença e ministério do Espírito Santo e as Escrituras, o Senhor indicou também estratégias para que a Igreja desempenhasse com êxito a sua missão e dentre estas estratégias podemos destacar o imprescindível e permanente mandato do discipulado.
O grande êxito alcançado pela Igreja Primitiva e Antiga deveu-se ao grande investimento feito no discipulado pessoal e comunitário dos novos convertidos e das novas lideranças. Na Igreja Antiga o Catecumanato, com suas catequeses, escrutíneos e provas num processo formativo nunca inferior a três anos, era o grande divisor de águas entre os membros da Igreja e os pagãos. Depois havia ainda as didascalias, verdadeiros centros de treinamentos para a vida cristã. São famosas as escolas de Alexandria, Constantinopla, Roma, Lião, Antioquia e Cartago.
Com o advento dos acontecimentos de 313, 325 e 375, quando a Igreja é oficializada no Império Romano e depois estatizada pelo Imperador, as massas agora entram na Igreja sem o devido discipulado, recebem apenas os sacramentos sem nenhuma instrução (são sacramentalizados, mas não cristianizados) e rapidamente as deteriorações moral, espiritual e ética corrompem a Igreja a tal ponto de os cristãos comprometerem a sua mensagem, doutrina e liturgia. Como efeito, progressivamente a Igreja foi sendo deformada no século XVI.
É bem verdade que Deus nunca deixou a sua Igreja desprovida de grandes líderes que continuaram apostando no discipulado formal e sistemático para preservar exatamente a herança dos santos: Ambrósio, Cipriano, João Crisóstomo, Agostinho, Irineu, Justino, Cirilo de Alexandria etc. A Reforma protestante foi, sem dúvida, uma volta ao discipulado e a instrução bíblica para a vida. Os catecismos de Lutero, Calvino, Bullinger e outros provam isto.
Na semana que vem continuaremos a refletir sobre o lugar, a natureza e a necessidade do discipulado, personalizado e em pequenos grupos para a formação de cristãos autênticos e maduros e o surgimento de uma Igreja relevante e cheia de poder.
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Luiz Fernando dos Santos, 41 anos, é casado e tem uma filha de 9 anos. É pastor da Igreja Presbiteriana Central de Itapira (SP).
Fonte: Revista Ultimato
Quem Sou?
Quem somos revela nossa verdadeira identidade, pois existem três tipos de definições para quem somos. A primeira vem do publico em geral e é baseada simplesmente no que eles acham a nosso respeito baseado no contato pessoal que temos com essas pessoas, é um tipo de conhecimento superficial de nossa realidade e que pode está totalmente equivocada pelo simples fato de ser apenas superficial. A segunda definição é sua como individuo, o que você pensa de você mesmo, o que você sabe de você mesmo, e que também corre o risco de está equivocada pois muitos se perderam no conceito alheio de quem são e vivem a projeção de outras pessoas, pais, amigos, cônjuges, pessoas próximas e etc. Mas a ultima definição é libertadora e real, a única confiável, é a definição de Deus a nosso respeito, você é aquele que Deus criou para que fosse seu filho, o projeto único de Deus nesta terra, você é filho de Deus, você é filha de Deus! Não importa o que as circunstâncias te levaram a achar, o que os outros te levaram a pensar, volte a origem, receba a revelação de Deus e aceite esse grande privilegio de ser simplesmente filho de Deus!
Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome. João 1.12
Autor: Elias Moraes
Todas as mensagens de autoria de Elias Moraes
possuem direitos autorais, ele permite a reprodução e citação
citando fonte e autoria. © 2011. All rights reserved.
Consciência do Reino de Deus - Rev. Caio Fábio
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Parte 1
Parte 1
Parte 2
Fonte: Youtube.Com
A ILHA DOS SENTIMENTOS - ILUSTRAÇÃO
Num dia de muita tempestade a ilha toda foi inundada e cada um procurou salvar-se como pode.
O AMOR, no entanto, não se apressou, pois queria ficar um pouco mais com sua ilha tão querida. Mas a situação ficou feia e ele começou a se afogar.
Ao ver a RIQUEZA passando em seu luxuoso iate, pediu ajuda: - Não posso levar você, não cabe. Meu barco está cheio de ouro e prata!
O AMOR, no entanto, não se apressou, pois queria ficar um pouco mais com sua ilha tão querida. Mas a situação ficou feia e ele começou a se afogar.
Ao ver a RIQUEZA passando em seu luxuoso iate, pediu ajuda: - Não posso levar você, não cabe. Meu barco está cheio de ouro e prata!
Ao ver a VAIDADE passar, também pediu ajuda: -Não posso, você está todo sujo e vai sujar meu barquinho!
Ao ver a TRISTEZA passar, também pediu ajuda: -Ah! AMOR, estou tão triste... prefiro ficar sozinha!
A INDIFERENÇA nem sequer respondeu ao seu pedido de socorro.
Foi então que passou um velhinho e a socorreu: -Sobe, AMOR, eu levo você. O Amor ficou tão feliz e aliviado que até se esqueceu de perguntar o nome do seu benfeitor.
Chegando ao alto de um morro, onde estavam os sentimentos que se haviam salvado, ele perguntou à SABEDORIA: -Quem é aquele velhinho que me salvou?
Ela respondeu: -O TEMPO. Somente o TEMPO é capaz de dar valor a um grande AMOR.
Chegando ao alto de um morro, onde estavam os sentimentos que se haviam salvado, ele perguntou à SABEDORIA: -Quem é aquele velhinho que me salvou?
Ela respondeu: -O TEMPO. Somente o TEMPO é capaz de dar valor a um grande AMOR.
Autoria: Desconhecida
A vida na Graça - Rev. Caio Fábio
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A Coisa é Séria (Humor)
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O Herege!
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O Herege!
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A Ditadura da Beleza e a Revolução das Mulheres – Augusto Cury
Com mais de 2,5 milhões de livros vendidos no Brasil, Augusto Cury retrata nesta nova obra o cotidiano de mulheres que sofrem caladas as conseqüências de uma cruel realidade do mundo moderno: a ditadura da beleza.
Apoiando-se em sua vasta experiência como psiquiatra e pesquisador da Psicologia, Cury dá um grito de alerta contra essa forma de opressão que vem deixando mulheres, adolescentes e até crianças tristes, frustradas e doentes.
Ao tratar de um tema tão atual, este livro faz com que o leitor se identifique imediatamente com os personagens e sua luta por uma vida mais plena, em que cada pessoa se sinta livre para ser o que é, sem se envergonhar de sua aparência e sem se comparar a ninguém. Cury nos leva a compreender que a beleza está nos olhos de quem vê e que devemos ter um romance com nossa própria história, pois cada ser humano é único no palco da existência.
A Ditadura da Beleza e a Revolução das Mulheres – Augusto Cury
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Um livro que toda mulher deveria ler um dia!
Universos Paralelos - History Channel
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Vídeo 3
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Vídeo 5
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Fonte: Youtube.Com
Me Ama - Ana Paula Valadão - I Congresso de Mulheres Diante do Trono
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Assista é seja abençoado!
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Assista é seja abençoado!
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Benny Hinn - Mapa Para a Presença de Deus
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Pesquisa comprova que fé em Deus é inerente ao ser humano
Uma pesquisa conduzida por dois acadêmicos da Universidade de Oxford, Inglaterra, intitulada “Projeto de Cognição, Religião e Teologia” teve o custo recorde de 1,9 milhão de libras esterlinas. Sua conclusão final é que o pensamento humano está “enraizado” em conceitos religiosos.
O projeto envolveu ao todo 57 eruditos, oriundos de 20 países, que lecionam disciplinas como Antropologia, Psicologia e Filosofia. A investigação se propunha a descobrir se a crença em divindades e na vida depois da morte são conceitos aprendidos ao longo da vida ou são inerentes ao ser humano.
Segundo o professor Roger Trigg, um dos diretores do projeto, nossa tendência natural é “ver um propósito neste mundo… nós procuramos um sentido. Pensamos que existe algo mais, mesmo que não consigamos vê-lo… Tudo isso tende a gerar em nós uma forma religiosa de pensar”. Para ele, a pesquisa mostrou que religião “não é apenas algo que algumas poucas pessoas fazem no domingo em vez de ir jogar golfe… Reunimos várias evidências que sugerem que a religião é um aspecto comum da natureza humana, presente em diferentes sociedades. Isto sugere que as tentativas de suprimir a religião tendem a ter vida curta, uma vez que o pensamento humano parece estar enraizado em conceitos religiosos, como a existência de deuses ou agentes sobrenaturais, a possibilidade de vida após a morte, e de algo anterior a essa”.
O doutor Trigg destaca ainda que, curiosamente, as pessoas que vivem nas cidades de países mais desenvolvidos, são menos propensas a serem religiosas do que as que vivem no campo ou em áreas economicamente menos desenvolvidas.
Realizado em Oxford, um dos estudos conduzidos pela equipe concluiu que crianças com menos de cinco anos de idade são mais propensas a crer em situações “sobrenaturais”, do que a entender as limitações dos seres humanos. Nesse experimento, perguntava-se às crianças se as mães delas sabiam que objeto estava guardado em uma caixa fechada. Crianças de três anos de idade acreditavam que suas mães e Deus sempre sabiam qual era o conteúdo, mas a partir dos quatro as crianças começavam a entender que suas mães não eram oniscientes.
Outro estudo feito na China mostrou que pessoas de diferentes culturas creem instintivamente que alguma parte de sua mente, alma ou espírito sobrevive de alguma forma após a morte.
O diretor do projeto, Dr. Justin Barret, do Centro de Antropologia e Mente da Universidade de Oxford, afirma que a fé é um fenômeno que subsiste nas diversas culturas do mundo porque as pessoas que compartilham os laços da religião “são mais propensas a cooperar com a sociedade”.
Ele faz questão de enfatizar que “o projeto não se dispôs a provar que Deus ou deuses existem”. O doutor Trigg entende ainda que “tanto ateus quanto as pessoas religiosas podem utilizar o estudo para defender seu ponto de vista”. “Richard Dawkins aceitaria nossas conclusões e diria que temos de evoluir para sair disso. Mas as pessoas de fé podem argumentar que a universalidade do sentimento religioso serve ao propósito de Deus. Se existe um Deus, então ele teria nos dado inclinações para procurá-lo”, conclui.
Os eruditos de Oxford acreditam fortemente que a religião não vai se enfraquecer, como muitos especulam.
Fonte: http://www.telegraph.co.uk/news/politics/8510711/Belief-in-God-is-part-of-human-nature-Oxford-study.html
O projeto envolveu ao todo 57 eruditos, oriundos de 20 países, que lecionam disciplinas como Antropologia, Psicologia e Filosofia. A investigação se propunha a descobrir se a crença em divindades e na vida depois da morte são conceitos aprendidos ao longo da vida ou são inerentes ao ser humano.
Segundo o professor Roger Trigg, um dos diretores do projeto, nossa tendência natural é “ver um propósito neste mundo… nós procuramos um sentido. Pensamos que existe algo mais, mesmo que não consigamos vê-lo… Tudo isso tende a gerar em nós uma forma religiosa de pensar”. Para ele, a pesquisa mostrou que religião “não é apenas algo que algumas poucas pessoas fazem no domingo em vez de ir jogar golfe… Reunimos várias evidências que sugerem que a religião é um aspecto comum da natureza humana, presente em diferentes sociedades. Isto sugere que as tentativas de suprimir a religião tendem a ter vida curta, uma vez que o pensamento humano parece estar enraizado em conceitos religiosos, como a existência de deuses ou agentes sobrenaturais, a possibilidade de vida após a morte, e de algo anterior a essa”.
O doutor Trigg destaca ainda que, curiosamente, as pessoas que vivem nas cidades de países mais desenvolvidos, são menos propensas a serem religiosas do que as que vivem no campo ou em áreas economicamente menos desenvolvidas.
Realizado em Oxford, um dos estudos conduzidos pela equipe concluiu que crianças com menos de cinco anos de idade são mais propensas a crer em situações “sobrenaturais”, do que a entender as limitações dos seres humanos. Nesse experimento, perguntava-se às crianças se as mães delas sabiam que objeto estava guardado em uma caixa fechada. Crianças de três anos de idade acreditavam que suas mães e Deus sempre sabiam qual era o conteúdo, mas a partir dos quatro as crianças começavam a entender que suas mães não eram oniscientes.
Outro estudo feito na China mostrou que pessoas de diferentes culturas creem instintivamente que alguma parte de sua mente, alma ou espírito sobrevive de alguma forma após a morte.
O diretor do projeto, Dr. Justin Barret, do Centro de Antropologia e Mente da Universidade de Oxford, afirma que a fé é um fenômeno que subsiste nas diversas culturas do mundo porque as pessoas que compartilham os laços da religião “são mais propensas a cooperar com a sociedade”.
Ele faz questão de enfatizar que “o projeto não se dispôs a provar que Deus ou deuses existem”. O doutor Trigg entende ainda que “tanto ateus quanto as pessoas religiosas podem utilizar o estudo para defender seu ponto de vista”. “Richard Dawkins aceitaria nossas conclusões e diria que temos de evoluir para sair disso. Mas as pessoas de fé podem argumentar que a universalidade do sentimento religioso serve ao propósito de Deus. Se existe um Deus, então ele teria nos dado inclinações para procurá-lo”, conclui.
Os eruditos de Oxford acreditam fortemente que a religião não vai se enfraquecer, como muitos especulam.
Fonte: http://www.telegraph.co.uk/news/politics/8510711/Belief-in-God-is-part-of-human-nature-Oxford-study.html
Soberania de Deus e livre arbítrio | Caio Fábio Responde
Dê pausa na musica do blog na coluna direita desse blog e assista o vídeo!
Fonte: Youtube.com
Fonte: Youtube.com
Depressão
Perguntas & Respostas
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| Depressão |
| A depressão tem algumas características que muitas vezes passam despercebidas, não somente por quem sofre da doença, mas também por familiares e amigos, podendo ser confundida com tristeza. Ficar atento aos seus sintomas é importante - afinal, isso possibilita um diagnóstico precoce e um tratamento mais eficaz, de acordo com a recomendação dos médicos. A seguir, saiba um pouco mais sobre a doença, que atinge milhões de pessoas no mundo todo. 1. Quais são os principais sintomas da depressão? 2. Quais são as suas conseqüências? 3. É uma doença ligada aos tempos modernos? 4. Quantas pessoas sofrem de depressão? 5. E no Brasil, quantas pessoas são atingidas pela doença? 6. A doença só atinge um grupo específico de pessoas? 7. Por que as mulheres são mais sujeitas à depressão? 8. E quais são as causas da doença na terceira idade? 9. Como é feito o tratamento da depressão? 10. Existe cura para a doença?? 1. Quais são os principais sintomas da depressão? Mudanças de humor, perda de interesse ou prazer nas atividades, sentimento de culpa ou perda de auto-estima, distúrbio de sono ou de apetite, perda de energia e falta de concentração. |
| 3. É uma doença ligada aos tempos modernos? A doença é muito mais antiga do que muitos imaginam. Há registros de casos de depressão que remontam à antiguidade.. |
| 8. E quais são as causas da doença na terceira idade? No idoso, é comum que a depressão esteja associada à diminuição da autonomia, da capacidade funcional, ao isolamento, e à perda de familiares e amigos. Conforme a Associação Brasileira de Psiquiatria, cerca de 15% da população de idosos apresentam os sintomas clínicos da doença. |
Depressão é uma das principais causas de afastamento do trabalho
Edição do dia 27/05/2011
Giovana Teles - Brasília, DF
A cada cinco minutos um trabalhador brasileiro é afastado do serviço por depressão. Só no ano passado, mais de 80 mil profissionais tiraram licença pelo INSS para se tratar.
A auxiliar administrativa Lídice Freire termina em junho o tratamento de um ano. Viu que precisava de ajuda quando passou a sentir um desconforto permanente. “Muita ansiedade, memória falha, desmotivação, fora a insônia que eu já tinha”.
O desempenho caiu muito, em casa e no trabalho. “Eu não estava conseguindo ser aquela supermãe, aquela superprofissional”.
Problemas no trabalho podem ser responsáveis pela depressão, como a sobrecarga de tarefas, a falta de perspectiva de crescimento profissional, o ambiente ruim entre os colegas e com a chefia.
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Transtornos mentais e de comportamento, como a depressão, já são a terceira causa de afastamento do trabalho no Brasil.
Só no ano passado, mais de 80 mil profissionais tiraram licença pelo INSS para se tratar.
No governo do distrito federal existe um programa para ajudar os funcionários. “Vejo o que ele está passando na sua vida, tanto no trabalho quanto no dia a dia,e encaminho para o apoio psicológico. Ele pode ser readaptado, realocado em outra posição em outro setor”, explica a psicóloga Ellen da Silva.
O programa também orienta os chefes. “Além de liderar, o chefe tem que ter uma sensibilidade”.
Qual é a diferença entre um quadro de depressão e um simples desânimo, um período de tristeza? “Ela não tem vontade mais de fazer as coisas. Quer ficar quieta, parada, deitada. Não tem vontade de trabalhar, não tem vontade de sair, diminuição da libido”, afirma Synara Ferreira, psicóloga.
Além da ajuda de médicos e terapeutas, é preciso ter vontade de reagir. “Ela pode fazer uma atividade física, uma coisa que ela goste de fazer, é muito importante que ela goste de fazer”.
Lídice aprendeu a ser menos exigente com ela mesma e começou a fazer corridas todos os dias. Está pronta para retomar a vida. “Daqui para frente, só coisas boas, se deus quiser”.
Fonte: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/05/depressao-e-uma-das-principais-causas-de-afastamento-do-trabalho.html
Entenda a diferença entre ficar triste e ter depressão:
Ensino Religioso nas Escolas?
Além das operações matemáticas, das regras ortográficas e dos fatos históricos, os princípios e conceitos das principais religiões também devem ser discutidos em sala de aula. A Constituição Federal brasileira determina que a oferta do ensino religioso deve ser obrigatória nas escolas da rede pública de ensino fundamental, com matrícula facultativa - ou seja, cabe aos pais decidir se os filhos vão frequentar as aulas.
Pesquisas recentes e ações na Justiça questionam a inclusão da religião nas escolas, já que, desde a Constituição Federal de 1890,o Brasil é um país laico, ou seja, a população é livre para ter diferentes credos, mas as religiões devem estar afastadas do ordenamento oficial do Estado.
Apesar da obrigatoriedade, ainda não há uma diretriz curricular para todo o país que estabeleça o conteúdo a ser ensinado, de maneira a garantir uma abordagem plural sem caráter doutrinário. Outro problema é a falta de critérios nacionais para contratação de professores de religião. Hoje, o país conta com 425 mil docentes, formados em diversas áreas.
O ensino religioso está presente no Brasil desde o período colonial, com a chegada dos padres jesuítas de Portugal para catequizar os índios.
Atualmente, de acordo com a Constituição, a disciplina deve fazer parte da grade horária regular das escolas públicas de ensino fundamental. Em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) definiu que as unidades federativas são responsáveis por organizar a oferta, desde que seja observado o respeito à diversidade religiosa e proibida qualquer forma de proselitismo ou doutrinação.
"Alguns historiadores que tratam da participação da religião na vida pública mostram que o ensino religioso foi uma concessão à laicidade à época da Constituinte. Havia uma falsa presunção de que religião era importante para a formação do caráter, da vida e dos indivíduos participativos e bons. Essa é uma presunção que discrimina grupos que não professem nenhuma religião. Isso foi uma concessão à pressão dos grupos religiosos", avalia a socióloga Debora Diniz, da Universidade de Brasília (UnB).
Debora é autora, junto com as pesquisadoras Tatiana Lionço e Vanessa Carrião, do livro Laicidade e Ensino Religioso, publicado no último semestre. O estudo investigou como o ensino religioso se configura no país e se as escolas garantem, na prática, espaços semelhantes para todos os credos, como preconiza a LDB. A conclusão é que não há igualdade de representação religiosa nas salas de aula.
"Ele é um ensino cristão, majoritariamente católico, e não há igualdade de representação religiosa com outros grupos, principalmente os minoritários", destaca Debora.
Há mais de uma década acompanhando essa discussão, o Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso (Fonaper) reconhece que há muitos desafios para garantir a pluralidade. Mas defende que o conteúdo é importante para a formação dos alunos.
"Nós vislumbramos, desde a LDB, que o ensino religioso poderia assumir uma identidade bastante pedagógica, que fosse de fato uma disciplina como qualquer outra e que a escola pudesse contribuir para o conhecimento da diversidade religiosa de modo científico. O professor, independentemente do seu credo, estaria ajudando os alunos a conhecer o papel da religião na sociedade e a melhorar o relacionamento com as diferenças", aponta o coordenador do Fonaper, Elcio Cecchetti.
No Rio de Janeiro, por exemplo, o ensino religioso é oferecido apenas nas escolas estaduais. Nas unidades municipais, ainda não foi implantado, mas há um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Vereadores da capital fluminense que prevê a oferta nas cerca de mil escolas da rede, com frequência facultativa. A recepcionista Jussara Figueiredo Bezerra tem dois filhos que estudam em uma escola municipal da zona sul do Rio de Janeiro e acompanha com certo receio a discussão. Ela é evangélica e acredita que esses valores devem ser transmitidos em casa, pela família.
"Quem são os professores que vão dar as aulas de religião? Será que eles serão imparciais? Além disso, com tantas dificuldades e carências que o ensino público já enfrenta, por que gastar dinheiro com isso? Esses recursos poderiam ser usados de outra forma, para melhorar a estrutura já existente nas escolas. Quem quiser aprender mais sobre uma religião deve procurar uma igreja ou uma instituição religiosa", opina.
Para quem lida na ponta com os delicados limites dessa questão, torna-se um desafio garantir um ensino religioso que contemple as diferentes experiências e crenças encontradas em uma sala de aula. "Nós preferiríamos que a oferta do ensino religioso não fosse obrigatória porque a escola é laica e deve respeitar todas as religiões. O que a gente quer é que os dirigentes possam utilizar essas aulas com um proveito muito melhor do que a doutrinação, abordando o respeito aos direitos humanos e à diversidade e a tolerância, conceitos que permeiam todas as religiões", defende a presidenta da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleuza Repulho.
Atualmente, duas ações diretas de inconstitucionalidade (Adin) questionam a oferta do ensino religioso no formato atual e aguardam julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Uma delas foi proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e questionao acordo firmado em 2009 entre o governo brasileiro e o Vaticano. O Artigo 11 desse documento, que foi aprovado pelo Congresso Nacional, determina que "o ensino religioso, católico e de outras confissões religiosas, de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental". Ao pautar o ensino religioso por doutrinas ligadas a igrejas, o acordo, na avaliação da PGR, afronta o princípio da laicidade.
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